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Posted by Mestre on Setembro 24, 2007
Making of
Sempre fui um tipo curioso e andava com vontade de jogar fora do núcleo de amigos com que me tinha iniciado no paintball. As paredes da fábrica de Setubal e a mata da Apostiça já eram demasiado familiares e começei à procura de alternativas. Naturalmente, surgiu o site dos Renegados.
Num tópico falavam de um novo modelo de jogo, o R-Team, e alguém procurava elementos para uma equipa que estava a formar. O “Fogo”, como era conhecido o Jorge Faca, lá aceitou a minha candidatura e fiquei à espera do próximo jogo. No entanto, fui picando a malta amiga com o formato do R-Team, um jogo onde havia lugar para comandante, navegador, heavy weapons e até sniper, era o delírio para o pessoal do mato.
Timidamente lá se foram inscrevendo, um a um, criando uma nova equipa. Dos habitués do forum dos Renegados surgiram o João Especial e o Nuno Tuna, que também trouxe o amigo Dunkas, ficando a equipa organizada para a próxima prova.
O Jorge Faca ofereceu-se para ir jantar com um grupo de malta desconhecida e explicar o modelo do jogo, enquanto o João Especial – o homem que estava no jardim de Santos com uma máscara na mão para ser reconhecido – aceitou liderar as hostes neste novo desafio. Só faltava o nome da equipa.
R-Team’r’Us, sugeriu o João. Face à ausência de alternativas o nome lá ficou e acompanhou este grupo de amigos ao longo de uma época e meia, até ao restyling actual. Foram bons tempos.
Read More / Comment Posted by rtupaintball on Maio 20, 2007
Parte 1: O Brieffing
R-Team R’Us
A História nunca contada do nascimento da RTU
Parte 1: O Brieffing
A reunião estava a chegar ao seu fim.
Na cave fumarenta, apenas iluminada por uma lampada de 40w, Jorge Faca, de pé, acabava de explicar o conceito do R-Team ao Núcleo Duro dos Renegados que, atónito e pasmado, mal tinha digerido a apresentação. Talvez fosse porque projectar na parede de tijolo bruto e bolorento os slides de powerpoint não fosse muito claro, ou por ser algo de completamente inédito no paintball. O certo é que depois do “Que tal?” final instalou-se um silencio na sala, quebrado apenas pelo crepitar do cigarro de Titoi.
-Mas há mais! – Retomou Jorge Faca – Para termos a certeza que isto é um êxito, cada um de nós tem de formar uma equipa!
Equipas de paintball de mato!.... As últimas tinham abandonado o mato em direcção aos insufláveis há 6 ou 7 anos. O que havia era grupos de amigos com equipamento próprio que jogavam de vez em quando juntos. Dificilmente se poderiam chamar equipas...
Mas agora o que se pretendia era juntar um grupo de 8-10 jogadores, com uma entidade própria, espírito de corpo, cargos e funções definidas, um pouco á semelhança das equipas de competição, mas mantendo o “espirito do mato” (seja lá o que isso for!).
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